O PROJETO DE PODER DO PT EM ANDAMENTO

 

O PROJETO DO PT EM ANDAMENTO 

A RADICALIZAÇÃO DO PT VEM DOS PRIMORDIOS DE SUA FUNDAÇÃO

  




Apesar dos Petistas insistirem em negar que seu interesse sempre foi a tomada do poder, e que para isso se serviria de todos os artifícios, narrativas e atos obscuros, trago para desconstruir a negativa dos Petistas, parte de um documento extraído de Arquivo da época, produzido pelo CIE – Centro de Informações do Exército, classificado à época como CONFIDENCIAL, publicado no RELATÓRIO MENSAL Nº 09/89, EXEMPLAR Nº 340, do Gabinete do Ministro do Exército, página 5-14.

No referido documento, na página mencionada, a informação realizada pelos Agentes do CIE, que monitoravam as ações, reuniões, planos e ideias do Partido dos Trabalhadores na época, quando LULA já estava inserido no meio Político e nos relatórios do SNI – Serviço Nacional de Informações, era mencionado como LILS, e depois de se tornar Deputado era Deputado LILS, numa referencia a seu nome Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Eduardo Greenhalg, à época Vice-Prefeito de São Paulo, no Teatro Clara Nunes em Diadema/SP, fez declarações esclarecedoras a respeito das verdadeiras intenções do PT.

Ele foi enfatizante ao declarar que “Fariam de tudo para LULA chegar à Presidência da República”, vejamos:

Luiz Eduardo Greenhalgh fez esclarecedoras declarações em seu discurso. Disse que a Frente Brasil Popular não é só uma frente política, mas sim uma "Frente de Estratégia" para a união da nova esquerda brasileira que garantirá a chegada de Lula a Presidência da República e lutará contra um possível golpe.

Fez alusão às reformas agrárias e administrativas e ao não pagamento da divida externa.

Enfatizou que, do programa de treze pontos do PT, o principal deles será a desativação do Ministério das Forças Armadas e que, em seu lugar, será criado o Centro de Defesa Civil, tendo como chefe um civil, que será ele próprio.

Greenhalg não parou por ai, ao contrário, continuou a mostrar o ranço contra as Forças Armadas e a descrever o projeto de poder do PT, e a cara de ditadura socialista desse projeto, enfatizando que a prioridade seria enfraquecer os órgãos de Informação e as próprias Forças Armadas.

Prosseguindo, disse que se o PT assumir a presidência, nos seis primeiros meses será feito um remanejamento nas Forcas Armadas, onde serão reformados o maior número de oficiais possíveis, porque já foi feito um planejamento e que o partido já tem em mãos documentos em que cinquenta por cento dos oficiais terão que vestir seus "pijamas". E quanto ao pessoal da ativa, serão remanejados do Sul para o Norte e vice-versa. Isso para que não de tempo desses oficiais esquentar em suas cadeiras, onde poderão se organizar e tentar um golpe a qualquer tempo. Continuando, afirmou que "se o partido chegar ao poder e ele for o chefe da Defesa Civil Nacional, irá extinguir todos os órgãos de informações e, após a extinção desses órgãos, irá abrir os arquivos para uma comissão popular, onde terão acesso as informações”.


Se observarmos bem, desde 2002, quando LULA finalmente chegou à Presidência da República, embora discretamente, o PT foi gradativamente colocando em prática os planos descritos por Greenhalg em 1989 na Cidade de Diadema/SP.

Quem esteve atento às mudanças ocorridas desde 2002, pode observar a Reforma de Oficiais Generais conservadores, a postergação de promoção a General de Oficiais Superiores conservadores, até suas reformas, o Aparelhamento das Forças Armadas e de outros Órgãos, a Criação de uma “Comissão da Verdade”, que claramente deturpou a verdade dos fatos, inclusive no Arquivo Nacional (para quem desejar verificar, o acesso se dá pelo seguinte link: https://sian.an.gov.br/sianex/Consulta/login.asp, mediante login), alguns Dossiês e Documentos foram cortados, e até apagados, permanecendo apenas poucos a respeito, e a narrativa da esquerda é de que os Órgãos da “Ditadura” é que destruíram arquivos e documentos que relatavam “Torturas”.

Ora, porque Órgãos de Informação, a princípio documentariam a prática de Torturas, seria o mesmo que fornecer provas futuras, caso houvesse uma mudança radical, como de fato houve, nos rumos políticos da nação. Portanto essa afirmação de “destruição” não passa de mera narrativa da esquerda, a fim de manchar a imagem dos Serviços de Informação e dar força ao citado Projeto de Poder anunciado por Greenhalg em 1989.

Mas as declarações e promessas de Greenhalg, não pararam por ai, seguiu prometendo revanche e submeter os Agentes dos DOI-CODI e dos PIC – Pelotões de Investigações Criminais (das Forças Armadas) a Julgamento por um “Júri Civil” como ele denominou o tribunal de exceção planejado em sua visão distorcida de “Justiça”, e seguiu incitando o povo à “Luta Armada” como sendo a única forma de garantir a posse de LULA, vejamos o destaque:

Finalizando, disse que está sendo consolidada uma "Grande Aliança" com países solidários a causa do PT, a fim de evitar qualquer investida por parte dos Estados Unidos da América e, para que tudo isso se torne realidade, Greenhalg concluiu, enfatizando: "o povo deve se conscientizar e se mobilizar para sair as ruas, pois só através da luta armada é que conseguiremos garantir a posse de Lula".

Mais do que isso, porém, revela os projetos que pretende desenvolver em seu processo "etapista" da tomada do poder. Primeiro, conquistar o governo por via eleitoral e, desde logo, criar um clima revolucionário para garantir a posse de seu candidato. Uma vez no governo, criar todas as condições subjetivas (desestabilização institucional) e objetivas (instrumento de forca) para a tomada do poder, através do golpe de estado.

Neste projeto será indispensável a neutralização e desestimulação das Forcas Armadas, únicas organizações nacionais capazes, em última instancia, de impedir que a Nova Esquerda tome o poder de fato e implante a sua ditadura do proletariado, a partir de um golpe de estado.

Podemos notar na retórica revolucionária, repleta de ódio e agressividade, que Greenhalg revela bem o caráter revanchista e preconceituoso das organizações marxistas no Brasil.

E nos acontecimentos recentes, a partir da posse de LULA em 2002, podemos perceber que o PT fez de tudo para destruir as Instituições, tentou acabar com a confiabilidade dos CORREIOS, enfraqueceu a PETROBRÁS, distribuiu dinheiro de recursos Brasileiros do BNDES para os países de Ditaduras esquerdistas da América Latina, criou o Fórum de São Paulo e vislumbra a criação da utópica URSAL – União das Repúblicas Socialistas da América Latina, somente não concretizada até agora, porque tivemos o impeachment de Dilma, a Operação Lava-Jato e a vitória de Jair Bolsonaro em 2018 para a Presidência da República.

Com a prisão de LULA, esses planos culminaram por ter que ser reiniciados, porém, como tão logo a esquerda assumiu o poder em 2002 através de LULA, já haviam aparelhado grande parte das Instituições de Defesa, ABIn, STF, EB, MB, FAB, MF, entre outros Órgãos de vital importância para a manutenção da Democracia e das liberdades fundamentais.

LULA permaneceu preso para criar na esquerda o sentimento de revolta, incentivar a revolta popular, entretanto, isso também surtiu efeito na direita conservadora, que passou a clamar por intervenção das Forças Armadas, o que efetivamente, mesmo com Bolsonaro no Poder, era algo inexecutável e impossível dado o cenário internacional ser sensível a golpes militares, e o cenário Nacional no âmbito das Instituições ser volátil, havendo divisão de ideologias dentro das Forças Armadas aparelhadas por LULA desde 2002 e das Forças Auxiliares (Polícia Federal, Policia Rodoviária Federal, Polícias Civis, Polícias Militares e Guardas Civis Municipais), estas com efetivos muito maiores do que o das próprias Forças Armadas.

Ressaltando que estando as Forças Armadas divididas em ideologia, o efetivo para uma insurreição seria ainda menor, e as Forças Auxiliares mesmo divididas ideologicamente, ainda assim teriam um efetivo armado muito maior, e as consequências de uma tentativa de intervenção seriam catastróficas.

Vemos hoje, pessoas chamando os Militares de apelidos pejorativos como “Melancias”, sem ao menos considerar os fatos expostos e as consequências.

Basta olhar para os acontecimentos pré-eleições de 2022, a notória intervenção do Poder Judiciário tanto nos atos do Executivo com Jair Bolsonaro na Presidência, quanto no Legislativo, mesmo estando este repleto de esquerdistas favoráveis ao projeto de poder exposto em 1989 por Greenhalg, não pela ideologia em si, mas pelas vantagens pessoais imediatas que estavam tendo antes da Lava-Jato, e que teriam se conseguissem barrar o avanço da direita conservadora.

Assim, as eleições foram dadas novamente a LULA e o projeto descrito por Greenhalg, agora está sendo colocado em sua segunda fase, desta vez com máxima urgência, afinal eles dispõem dos próximos quatro anos, aliás, agora de menos de três anos e meio para conseguir implantar a Ditadura do Proletariado tão sonhada pelos Esquerdistas e pelo PT, não porque querem que o povo realmente tenha o poder, mas porque como acontece em todos os países de regimes comunistas ou socialistas de tendências marxistas, o povo trabalha e a elite proletária no poder são os únicos a enriquecer, sem nenhuma resistência.

Podemos perceber isso a cada dia, com o enfraquecimento das empresas privadas, o desestímulo aos empreendedores em criar novas empresas, o aumento desenfreado nos gastos públicos, induzindo ao empobrecimento geral e com isso o enfraquecimento da classe média e, através das narrativas da esquerda que incitam a luta de classes, de raças e de gêneros, o enfraquecimento de qualquer instituição que possa resistir ao projeto de poder descrito por Greenhalg.

Enfim, agora resta a nós brasileiros observar e esperar os acontecimentos, e torcer para que “um milagre” possa acontecer, pois certamente não podemos contar com as Forças Armadas, estas aparelhadas, enfraquecidas no seu centro de comando, tão pouco com o Judiciário, este visivelmente tendencioso e aparelhado, desrespeitando a Constituição a qual deveria guardar e fazer cumprir.

A esperança agora está nos Estados e Municípios, que são a última barreira ao nefasto projeto de poder do PT e da esquerda em geral.  

 

J. Uanderley Vaz

Jornalista Independente

Registro MTE Nº 0092372/SP

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